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Brasileiros não põem em prática seus conhecimentos sobre Aids

www.agenciaaids.com.br
Especialistas em prevenção a DST/AIDS afirmam que os brasileiros estão cada vez mais informados sobre o assunto, mas não põem seus conhecimentos em prática. A pesquisa de Conhecimento, Atitudes e Práticas Relacionadas às Infecções Sexulmente Transmissíveis divulgada pelo Ministério da Saúde, no dia 24 de novembro, apresentou resultados específicos, mas segundo os especialistas não há uma relação com a prevenção.
Essa informação é válida para as pessoas que têm acesso a informações, porém em lugares como no nordeste do país as campanhas de prevenção não atingem à maioria do público. O problema de as pessoas não colocarem em prática o que conhece pode estar na maneira de como essas informações são passadas. Talvez sejam necessárias campanhas que choquem mais, aumentando o contato do público com a doença, mostrando como é a realidade de soropositivos, como a intenção de Manoel Carlos em abordar o assunto em novelas.
A informação existe, mas ainda há o pensamento absurdo de que só se contrai HIV, quem se encaixa no grupo de risco. È necessário divulgações e exemplificações de pessoas soropositivas que não têm esse tal de “comportamento de risco”. Esses exemplos têm que atingir a toda população e principalmente, todas as regiões do país.
Fonte: www.agenciaaids.com.br - 24/11/2004 – 19h20 INFORMAÇÃO NÃO TEM RELAÇÃO DIRETA COM PREVENÇÃO, DESTACAM ESPECIALISTAS.
Escrito por Mariana Gamero às 08h16
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"O Estado de S. Paulo" critica medida do governo federal
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www.agenciaaids.com.br
“O Estado de S. Paulo” publicou uma matéria criticando a medida do governo federal de criar salas especiais para o uso de drogas injetáveis. O jornal evidencia que nesses lugares o uso de drogas será liberado, os usuários poderão ser encaminhados para hospitais não correndo o risco de serem presos e ainda, tentarão convencer os usuários a consumirem drogas que não causem síndrome de abstinência como a maconha.
A crítica do jornal até apresenta pontos consideráveis, mas são milhões de pessoas infectadas pelo HIV. O compartilhamento de seringas é um dos meios em que mais acontece a contaminação. Esse fato não pode ser ignorado e essas medidas rápidas acabam sendo a melhor saída.
O combate ao uso de drogas também precisa de uma atenção especial, mas para ajudar as pessoas no vício envolve tratamento médico e evitar o compartilhamento se seringas é uma medida de prevenção, mais fácil de ser aplicada.
Não podemos fechar os olhos para situações que fazem parte da sociedade, o combate ao tráfico é essencial, mas não dá apenas para recriminar as pessoas, é preciso ajudar a diminuir danos, já que há o vício de drogas e é praticamente impossível acabar definitivamente com esse problema, a conscientização de fazer as coisas de maneira não tão agressiva é o melhor caminho.
Fonte: O Estado de S. Paulo-23/11/04-O governo e as drogas - 23/11/04
Matéria na íntegra: www.estado.com.br ou www.agenciaaids.com.br
Autora: Mariana Gamero
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Escrito por Mariana Gamero às 09h28
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Brasil tem um terço dos soropositivos da AL
De acordo com o relatório anual OnuAids (programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV e da OMS) ,mais de um terço dos soropositivos da América Latina vivem no Brasil.
A doença espalha-se por todas as regiões do Brasil, com algumas variações. Há atualmente, segundo o relatório, cerca de 1,7 milhões de pessoas portadoras do vírus da Aids, dentre eles 610 mil mulheres.
Por outro lado, o relatório aponta o Brasil como referência entre os países em desenvolvimento, isto porque o Brasil introduziu uma iniciativa para identificar mulheres grávidas contaminadas, oferecendo-lhes o teste do HIV e proporcionando serviços para prevenir a transmissão da mãe para o filho.
A situação é no mínimo cômica, já que ao mesmo tempo em que o Brasil é elogiado mundialmente pela eficiência de seu programa de luta contra a aids, o país possui um terço dos soropositivos da AL. Temos uma contradição que nos remete à origem destas contaminações, que na maior parte das vezes se devem à falta de informação e, portanto, a ineficiência de nossas campanhas.
Fonte: Folha On Line - 23/11/2004 - 11h39min - " Brasil abriga um terço dos portadores de HIV da América Latina"
Matéria na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u78695.shtml
Escrito por Vanessa de Campos às 07h48
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Mulheres representam metade dos soropositivos no mundo

Um relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) demonstra que 17,6 milhões de mulheres entre 15 e 49 anos estão infectadas pelo vírus HIV no mundo , o que representa metade dos adultos soropositivos. Já na África Subsaariana, as mulheres representam 60% dos casos.
No Brasil, apesar de as mulheres não serem a maioria dos infectados, o relatório aponta que a relação heterossexual é responsável pelo crescimento da infecção entre elas. O documento concluiu que o índice de contaminação aumenta entre mulheres com nível sócio-econômico baixo.
Uma pesquisa realizada entre profissionais do sexo da São Paulo e Santos revelou que 7% dessas profissionais estão infectadas pelo vírus, porém entre as analfabetas este índice cresce para 23%.
O número de mulheres infectadas só pode ser reduzido com uma combinação complexa que envolve a educação feminina e sua ascensão na sociedade. Pois, só assim elas conseguirão se impor diante dos homens, que mesmo com o advento da camisinha feminina, ainda são vistos como responsáveis pela prevenção. O que é no mínimo absurdo, já que a prevenção a doenças sexualmente transmissíveis não envolve apenas um dos parceiro, e sim ambos.
Fonte: Agência Aids – 23/11/2004 – 16h30min – "QUASE 18 MILHÕES DE MULHERES, ENTRE 15 E 49 ANOS, ESTÃO COM HIV NO MUNDO" - http://www.agenciaaids.com.br/
foto: www.un.org/av/ radio/portuguese/
Escrito por Vanessa de Campos às 22h51
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Droga aumenta risco de contaminação

www.farmaco.ufsc.br/ farmaco/cocktail_aids.html
Uma pesquisa realizada pela psicobióloga Solange Nappo e sua equipe do Centro Brasileiro de Informações revelou que o número de mulheres viciadas no crack vem aumentando vertiginosamente. Foram entrevistadas 75 mulheres em São Paulo e São José do Rio Preto.
As mulheres, ao contrário dos homens, não roubam para obter o dinheiro para consumir a droga, elas o faturam por meio da prostituição, que pode ser realizada tanto com clientes quanto com o próprio traficante. A vantagem da prostituição é que ela fornece o dinheiro sem proporcionar muitos atritos com a polícia.
Além do uso da droga, que já representa um excessivo risco de morte, estas mulheres ainda prostituem-se se sem a devida prevenção, já que na maior parte das vezes estão muito dopadas pala lembrar da camisinha, o que aumenta potencialmente os ricos de contaminação a DSTs, especialmente a Aids.
As propagações destas doenças alertam os riscos sociais representados por este tipo de condição, pois algumas entrevistadas pelos pesquisadores declararam que fazem mais de nove programas diários. O problema é que como não há agressão direta à sociedade este problema é invisível e, portanto, desconhecido.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 22/11/2004 - "Mulher no crack, cada vez mais"
Matéria na íntegra: www.estadão.com.br ou http://www.agenciaaids.com.br/noticias.asp
Escrito por Vanessa de Campos às 22h00
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Luta pela que quebra de patente de medicamentos

www.gapabahia.org.br/ trata.html
dia 1º de dezembro é marcado mundialmente para o Dia Mundial de Combate à Aids. Essa iniciativa partiu da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma mobilização de pessoas do mundo inteiro na luta contra o HIV/Aids.
O grupo de Trabalho Jurídico do Fórum ONG/AIDS de São Paulo organizará um debate sobre o acesso á saúde pela justiça. O evento será uma extensão do Dia Internacional de Luta Contra a Aids, que este ano, em São Paulo terá como tema a quebra de patentes de medicamentos essenciais à vida.
Essa atitude é uma excelente medida, já que os remédios do tratamento a aids são extremamente caros. Se não fosse sua distribuição gratuita pelo governo, a grande maioria da população não teria condições de lutar por suas vidas.
A torcida irá ser grande para que essa quebra de patente ocorra, não só pelos portadores de HIV, mas por todos que dependem de remédios com preços altíssimos para se manterem vivos e com um nível de vida digno.
22/11/2004-16H50 ORDEM DOS ADVOGADOS DE SÃO PAULO DEBATERÁ QUEBRA DE PATENTES. Fonte: agenciaaids.com.br
Autora: Mariana Gamero
Escrito por Mariana Gamero às 21h00
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Comprar camisinha ainda é um problema

www.alia.org.br/ ativismo.asp
O preconceito e a informação precária, ainda são os maiores problemas na luta contra a Aids. O conceito ultrapassado de que camisinha só se compra na farmácia ainda prevalece.
Um dos projetos da Barong, uma instituição não governamental de combate a Aids, já citada neste blog, é iniciar a venda de preservativos a custo popular e em lugares comuns, como bares, padarias, armazéns, etc.
As pessoas sentem vergonha de comprar esse tipo de produto em lugares que vão com freqüência, como se estivessem comprando algo errado e proibido. As pessoas devem ser familiarizadas desde cedo com o uso de preservativos, como a educação em escolas.
A educação sexual deve ser exercida de maneira mais sincera e com muito mais naturalidade, essa simples medida, com certeza, melhoraria a situação de epidemias futuras. As novas formações passariam suas idéias adiante, deixando para trás a censura e a vergonha de nossos pais.
Autora: Mariana Gamero
Escrito por Mariana Gamero às 20h57
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Antibiótico comum reduz mortes
Uma pesquisa realizada na África constatou que o uso de um remédio comum e de baixo custo reduziu quase pela metade o número de crianças que morrem de Aids.
Tal constatação é muito importante para as crianças que enfrentam há tantos anos o descaso, pois como já ressaltamos anteriormente neste blog a inexistência de remédios para o tratamento destas crianças faz com que 50% delas não atinjam nem 2 anos de idade.
Esse estudo foi realizado na Zâmbia, e o sucesso do tratamento fez com que a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Unicef o recomendassem aos países em desenvolvimento.
A pesquisa foi descrita por uma revista britânica de medicina, envolveu 541 crianças com os sintomas da doença, estas receberam um remédio chamado cotrimoxazole, antibiótico comum que custa menos de R$ 0,27 por dia para cada uma.
Folha on line- 19/11/2004 - 11h22min
Reportagem na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u37194.shtml
Foto: http://www.jfservice.com.br/mulher/arquivo/dicas/2001/12/28-remedios_emagrecer/
Escrito por Vanessa de Campos às 22h37
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Nova campanha abre atividades do Dia Mundial da Luta contra a Aids

Na última sexta-feira o Ministério da Saúde lançou uma campanha de prevenção à sífilis e HIV, voltada para mulheres grávidas e profissionais da saúde.
No dia 15 de dezembro esta campanha será veiculada em rádios, emissoras de TV, revistas, folhetos e cartazes, visando uma melhor qualidade do pré-natal através do diagnóstico e tratamento da mãe e do parceiro, evitando a contaminação do bebê.
O objetivo da campanha, que custará quatro milhões de reais, é reduzir a infecção por aids a próximo de zero e eliminar a sífilis congênita até 2007. Estima-se que só em 2004 cerca de 15 mil gestantes brasileiras foram infectadas pelo vírus do HIV e 60 mil desenvolveram a sífilis.
Tal medida, se alcançar seus objetivos, representará uma evolução na luta contra as DSTs, já que terá como foco as gestantes que, muitas vezes, por falta de informação adquirem tais doenças, e sem saber, contaminam seus filhos.
Esta campanha abre as atividades do Dia Mundial da Luta contra a Aids, que tem como tema "mulheres, meninas, HIV e aids".
Fonte: Uol News - 19/11/2004 - 16h48min
Reportagem na íntegra: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2004/11/19/ult1928u626.jhtm
foto: www.unisino.br/.../98-4/cotidiano/gravidez.htm
Escrito por Vanessa de Campos às 22h35
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Instituições não governamentais dão o exemplo

www.un.org/ av/special/aids/
Em 1990, Lucinha Araújo e João Araújo, pais de Cazuza, amigos e médicos continuaram na luta contra o HIV/AIDS, após a morte do cantor. Atualmente a Sociedade Viva Cazuza abriga 22 crianças entre 3 e 15 anos, na casa de apoio pediátrico.
A entidade mantém um site informativo sobre Aids. Desenvolve um trabalho de Apoio Social para 120 adultos com acompanhamento ambulatorial no Hospital da Lagoa e no Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião. Ainda produz um Projeto de Prevenção à AIDS em escolas e empresas e distribui a cartilha “Uma babá mais que perfeita”, para profissionais que trabalham com portadores do vírus da AIDS.
No Brasil, organizações como essas são comuns. No caso da Sociedade Viva Cazuza, a entidade só foi fundada devido à morte de Cazuza. Essa situação mostra que pensamos em ajudar o próximo quando o problema acaba atingindo pessoas queridas ou nós mesmos.
É gratificante saber que inúmeras casas de apoio como esta estão espalhadas por todo o país. Porém, o significado da existência de tantas entidades é que ainda existem falhas na assistência a portadores de HIV no Brasil. A distribuição de remédios gratuitos é elogiada mundialmente, mas o resto do acompanhamento deixa imensamente a desejar. O trabalho desenvolvidos por instituições não governamentais serve de modelo ao governo.
Fonte: www.vivacazuza.org.br
Autora: Mariana Gamero
Escrito por Mariana Gamero às 11h06
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Aids e bissexualismo será tema de novela da Rede Globo

geocities.yahoo.com.br/.../ Poesias/Poesias.htm
O autor de novelas Manoel Carlos declarou a “Folha de S. Paulo” que irá abordar bissexualismo e Aids em sua próxima novela da Rede Globo. O autor é conhecido por tratar de temas polêmicos em suas novelas.
Ele afirma que um bissexual pode se tornar mais atraente para o público do que um homossexual, como já se tornou comum. Além disso, Manoel Carlos declarou que o tema Aids está fora da mídia, ele quer retratar a vida de uma pessoa infectada da maneira mais real possível, mostrando seu dia a dia.
Ativistas de Aids receberam a notícia com otimismo. O ativista José Araújo, presidente da AFXB, casa de apoio a órfãos da Aids, coloca o movimento social a disposição do autor para ajuda-lo na construção do protagonista.
Os bissexuais são um grupo sem muita ênfase na discussão sobre Aids, mesmo assim o número de pessoas que mantêm relacionamentos com homens e mulheres ao mesmo tempo se torna cada vez mais comum.
Abordar esse tema em uma novela da Rede Globo, com um dos maiores ibopes do país é importantíssimo. Dessa forma é mais fácil fazer o público aceitar temas que geralmente são tratados com preconceitos.
Outros autores de novelas, deveriam aproveitar a influência que exercem nas pessoas, de maneira mais positiva, como faz Manuel Carlos. O que falta é isso, um pouco mais de boa vontade para abrir os olhos das pessoas a essas realidades que são geralmente ignoradas.
18/11/2004-12h30-Próxima novela de Manoel Carlos, na Rede Globo, vai abordar aids e bissexualismo.
Fonte: agenciaaids.com.Br
Autora: Mariana Gamero
Escrito por Mariana Gamero às 20h30
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Uso seguro para usuários de drogas injetáveis

www.aids.gov.br/.../ subcomponente1_1.
O Ministério da Saúde tem a intenção de criar espaços de uso seguro para dependentes químicos, a iniciativa recebeu elogios do diretor do jornal AIDS & ATIVISMO, do Fórum das ONG/AIDS do Estado de São Paulo, Paulo Giacomini e a psicóloga Andréa Domanico. Essa política de redução de danos deve ser regulamentada no Fórum Nacional sobre Drogas de 24 a 26 de novembro em Brasília.
Com a distribuição de seringas descartáveis para usuários de drogas injetáveis, em meados dos anos 90, o número de infectados pelo vírus HIV entre essa categoria diminui consideravelmente. Os usuários desse tipo de droga são o segundo grupo à maior exposição ao vírus, já que a o primeiro são os heterossexuais.
Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil são entre 800 mil os usuários de drogas injetáveis. Em geral, a faixa etária vai de 18 a 30 anos de idade.
Essa iniciativa é extremamente importante, já que o uso de drogas injetáveis é geralmente feito coletivamente e o compartilhamento de seringas é uma das maneiras mais fáceis de se contaminar com o vírus HIV. Geralmente esse grupo é tratado com descaso pela sociedade e não recebem a atenção e a ajuda que necessitam do Estado.
É preciso encarar a situação com naturalidade e fazer que o incentivo á prevenção chegue a todas as classes e grupos.
O que mais impressiona é que medidas como essa demoram muito para serem colocadas em prática e na maioria das vezes são tão simples e têm baixos custos.
16/11/2004 – 13h25- Especialistas ELOGIAM PROPOSTA DE SALAS PARA USO SEGURO DE DROGAS INJETÁVEIS.
fonte: http://www.agenciaaids.com.br
autora: Mariana Gamero
Escrito por Vanessa e Mariana às 09h57
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Disque Aids é praticamente desconhecido

www.icdn/einsteiger.de/
Existe desde 1983 um serviço oferecido pela Secretaria de Estado da Saúde que tem como objetivo tirar dúvidas tanto das formas de transmissão quanto a assistência fornecida pelo Estado a pessoas contaminadas pelo vírus do HIV. Esse serviço de utilidade pública foi o primeiro desta natureza criado na América Latina e a primeira resposta governamental para enfrentar a epidemia do início da década de 80, seu nome é Disque DST/Aids (0800 16 25 50).
O espantoso é que poucas pessoas sabem da existência desse atendimento, mesmo sendo um serviço gratuito e tão antigo.
Sabendo que a maior parte população não está bem informada sobre os meios de contaminação, como já constatado pela pesquisa da ginecologista Maria Eugenia, é no mínimo gritante o fato de que pouquíssimas pessoas têm conhecimento de tal serviço. Este fato mostra a falta de eficiência na divulgação de um atendimento informativo,o que deveria ser incentivado pelo Estado.
Horário de atendimento: 2ª a 6ª das 8h-18h. ou pelo e-mail: disque-dstaids@crt.saude.sp.gov.br
Autora: Vanessa de Campos
Fonte: www.crt.saude.sp.gov.br
Escrito por Vanessa e Mariana às 07h50
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Mulheres soropositivas

http://www.agenciaaids.com.br/noticias.asp
Mulher: sua história é você quem faz, será a frase do Dia Mundial da Aids no Brasil, no dia 1º de dezembro. A notícia pode ser vista com bons olhos, já que metade dos portadores de hiv são mulheres infectadas por seus maridos.
É impressionante que ainda hoje elas passem por constrangimentos com seus parceiros. O número de homens portadores do vírus e preconceituosos é muito alto, em muitos casos eles não admitem que suas esposas exijam o uso do preservativo, chegam até a agredirem médicos que instruam essas mulheres.
A situação se torna crítica quando essas esposas não têm discernimento suficiente para engravidar e adquirir o tratamento adequado, a falta de informação continua sendo o grande problema.
Essa notícia gerou polêmica por contestarem o público alvo. O fato é que não existe mais grupo de risco como 20 anos atrás, quando começávamos a ouvir falar sobre aids. O correto seria passar diferentes informações para cada tipo de público. Um dos pontos ressaltados foi a falta de abordagem aos usuários de drogas injetáveis, homossexuais, presidiários e internos da Febem, que muitas vezes são esquecidos.
Tudo bem em o Dia Mundial de Aids ter um tema escolhido, mas o mais importante é não esquecer essas classes que sempre são vítimas de preconceito. O que falta são campanhas diferentes o ano inteiro, sem deixar de lado qualquer categoria.
Autora: Mariana Gamero
09/11/04-13h40- Campanha do dia mundial da aids no Brasil, Mulheres: sua história é você quem faz, recebe elogios, mas também é alvo de críticas. http://agenciaaids.com.br
Escrito por Vanessa e Mariana às 07h08
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Aids e crianças

nths.newtrier.k12.il.us/. ../~aidsc/aidsad04/
Por incrível que pareça, não existe no mercado remédios para o tratamento da aids em crianças.Tal fato é espantoso já que há 2,5 milhões de crianças afetadas pelo vírus da aids no mundo e em 50% dos casos elas morrem antes de completar dois anos de idade. O tratamento para adultos custa em média 200 dólares por ano, enquanto o infantil chega a 1300 dólares.
É um absurdo o descaso enfrentado pelas crianças, que ao contrário dos adultos não têm culpa de possuírem a doença. Elas ainda enfrentam o problema de não entender o motivo de serem obrigadas a consumir tantos medicamentos. Depois de tantos avanços em relação ao tratamento da aids, como é possível que tenham se despreocupado tanto com uma das partes que mais precisa de cuidados.
De 3 a 5 de novembro a OMS, Unicef e empresas farmacêuticas se reunirão em Genebra para discutir o assunto. Esperamos que isso traga soluções rápidas e positivas.
Autora: Mariana Gamero
Fonte : 02/11/04-18h26 - Organização médicos sem fronteiras denuncia descaso da indústria farmacêutica com crianças portadoras do HIV/AIDS.
http://www.agenciaaids.com.br
Escrito por Vanessa e Mariana às 07h47
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